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FLÂMULA HISTÓRICA

     No I Festival Brasileiro de Trovadores, realizado em Maringá em abril de 1966, não houve concurso. Os trovadores, selecionados entre os mais prestigiados na época, vieram como convidados.

     Entre outros, os seguintes: Amaryllis Schloenbach, Aparício Fernandes, Barreto Coutinho, Carlos Guimarães, Carolina Ramos, Coubert Rangel Coelho, Durval Mendonça, Elton Carvalho, Eno Theodoro Wanke, Iraci do Nascimento e Silva, J. G. de Araújo Jorge, José Maria Machado de Araújo, Joubert de Araújo Silva, Leonardo Henke, Luiz Otávio, Maria Nascimento Santos Carvalho,  Maria Thereza Cavalheiro, Octávio Babo Filho, Orlando Woczikoski, Rodolpho Abbud, Vera Vargas, Zálkind Piatigorsky.

     A festa durou 4 dias e marcou o ingresso de Maringá na história da trova.

     Houve comício de trovas em praça pública, baile da musa, visita a colégios, tarde de autógrafos, apresentação no auditório de uma emissora de rádio etc.

     O coordenador geral foi A. A. de Assis.

     Já no II Festival, em 1970, houve concurso e, pela primeira vez, a celebração da Missa em Trovas.

     Mas a flâmula é o símbolo do início de um movimento histórico da Trova em terras maringaenses, que ainda hoje cintila com o mesmo fulgor.
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NOTA = elementos colhidos com Antonio Augusto de Assis.